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June 14 “One’s destination is never a place, but a new way of seeing things.” - Henry MillerY con esta frase tan sabia comienza el viaje hacia Italia, Suiza y Grecia. Nuestro primer viaje juntos al viejo mundo. Yo fui en el 2001 y Paulo ya ha ido otras veces. Esta vez nos toca vivir el mundo mágico de los picos altos de Suiza, los museos de Italia, los multicoleres de Grecia. Son nuevas maneras de ver la vida, nuevas maneras de decifrar los misterios. Llegamos a Malpensa mañana lunes a las 8 de la matina. De allí, a Lugano, en Suiza. Y el viaje continúa... June 02 Femmes du Monde, IMPERDÍVEL!Navegante profissional, vagabundo, um peregrino, um explorador. Não é pessoa comum. Não é um homem comum. Assim vi o Titouan Lamazou, ex velejador e fotógrafo marroquino criado na Tunísia e radicado na França, que por sete anos viajou pelos países mais remotos fotografando mulheres para a fantástica exibição Femmes Du Monde. Mulheres de Palestina, Israel, Turquia, China, Sibéria, Índia, Colômbia, Estados Unidos, Mauritânia, Brasil, 15 países em total. Mães, camponesas, trabalhadoras braçais, médicas, cineastas, atrizes, putas, mulheres. Todas com uma coisa em comum: a mágoa pelo tratamento que os homens têm dado a elas desde que o mundo é mundo. São depoimentos e olhares de mulheres por todos os cantos do mundo tentando dar um BASTA à violência, à guerra, aos maus tratos, à estupidez. Eu sempre digo que a única coisa que interessa a uma mulher (ao menos à mim) é ser bem tratada e amada. Será que é difícil de entender? A exposição que está acontecendo na OCA no Ibirapuera é uma mostra da força das mulheres e da sensibilidade que um homem pode ter com elas. Belamente montada. Em várias ocasiões me sentei nas poltronas espalhadas pelos andares para dar uma respirada, uma meditada, uma inspirada. Não há como ir e não sair sensibilizado, emocionado, penetrado. Bela maneira de comemorar o ano da França no Brasil! http://www.titouanlamazou.com/
May 18 Gracias Benedetti!Conocí a Benedetti cuando llegué a Panamá, luego de vivir 13 años en Brasil. Como quien se conoce de la vida toda, Benedetti me escribió comentándome toda su experiencia en el exilio y cómo era llegar a su Montevideo después de años fuera. Él me entendía, él sabía cómo era aquello, sabía como nadie, cómo era reintegrarse en su ciudad, desexiliarse. Leyendo Andamios y luego otras de sus obras, fui descubriendo el autor que para mí se tornaría uno de los mejores de la literatura contemporánea. Es uno de los genios, de los grandes. Fui a sentirlo a Uruguay. Hice algunos paseos por sus calles y entré a sus librerías. Respiraba Benedetti. Ayer dejó de existir físicamente, pero permanecerá en mi sala para siempre. Esa es la magia de las personas que dejan sus huellas presentes en el camino eterno. Por lo que me toca, quiero agradecerle todas sus letras, todas sus palabras. Hasta siempre Benedetti.
PARÉNTESIS, por Mario Benedetti, Montevideo 2008Acompáñenme a entrar en el paréntesis que alguien abrió cuando parió mi madre y permanece aún en los otroras y en los ahoras y en los puede ser lo llaman vida si no tiene herrumbre yo manejo el deseo con mis riendas mientras trato de construir un río en sus nubes los pájaros se esconden no es posible viajar bajo sus alas lo mejor es abrir el corazón y llenar el paréntesis con sueños los pájaros escapan como amores y como amores vuelven a encontrarnos son sencillos como las soledades y repetidos como los insomnios busco mis cómplices en la frontera que media entre tu piel y mi pellejo me oriento hacia el amor sin heroísmo sin esperanzas pero con memoria por ahora el paréntesis prosigue abierto y taciturno como un túnel May 13 Vik no MASPQuanta gente não fica bundando, sem saber o que fazer da sua vida? Numa cidade como São Paulo isso é IN AD MI SSÍ VEL! Tem tanta oferta cultural, mas tem que gostar da coida para se aventurar e realmente aproveitar o que Sampa oferece. Cinema, teatro, artes plásticas, cursos. Geralmente, gosto de sair à procura do que fazer, à procura de algo que me inspire, preencha o meu espíritu, me emocione. Sou assim. Superlativa. Funciono à pura emoção. Se vou fazer algo, preciso gostar. Tem um aluno que acha engraçado meu jeito de dizer "me ENCANTA!". "Tudo te encanta?" ele me pergunta. É que eu vejo beleza nas coisas que muitos não vêm. Talvez esse olhar estrangeiro que todos falam. Talvez o meu lado bon vivant que vai pela vida qual Dennis Hopper em Easyrider. hahahahaha
Bom, ontem foi um dia desses. Terça-feira costuma ser o meu dia cultural. MASP de graça, e aproveito a carona para dar uma olhada na cidade o que acontece. Fui no Masp ver a mostra de Vik Muniz, artista em todo o sentido da palavra, uma pessoa antenada, preocupada com o mundo em que vive e com o impacto que um artista como ele pode ter no olhar de pessoas que, como eu, também tem as mesmas preocupações. O ser humano é essencial na obra dele, que pensa que a obra só se completa quando existe a interação entre artista e espetador. Vik, mais que paulistano, é um homem global. Passeia confortavelmente entre New York, Rio e São Paulo e as suas referências artísticas são de tirar o fôlego. Meus olhos ficaram cheios de lágrimas quando fiquei enfrente de várias obras. A mostra é dividida em vários temas, dependendo dos materiais inusitados que ele usa. Vale muito a pena conferir! Até dia 12 de julho de 2009.
![]() Vik
![]() Diamantes
![]() Medusa com spaghetti
May 10 Oasis fez Bonito!Faz tempo queria vê-los. Mas como são tão idiotas, me recusava a comprar seus discos ou ir ao show. Ontem, tive a felicidade de ir ao concerto do Oasis, a banda que pode ser considerada uma das melhores coisas que o rock dos 90 pariu. Representantes do bom e velho rock&roll, com atitude pop star, prepotência nas entrevistas, brigas com namoradas junkies, garrafa de Jack Daniels incluida. Paulo ia trabalhar no show, então consiguiu uma entrada para mim e lá fui eu, sozinha, à Arena Skol Anhembi. Peguei um ônibus errado, desci onde não tinha de descer, andei por ruas sinistras, tudo embaixo de uma chuva que começou a cair justo quando eu desci do ônibus. Graças a Deus, após uns 20 minutos de pânico, consegui chegar ao local do show. Filas homéricas e todo mundo no maior pique, dançando na chuva e achando tudo lindo maravilhoso. Afinal, era o dia de Oasis! Pareciamos todos um bando de preservativos rockeros com as capas de chuva, diligentemente vendidas na entrada por R$5.00. Aquela mesma capa de chuva que você encontra na 25 de março por 0.50, mas isso não vem ao caso. Encontrei com o Paulo e ele me levou para o fronthouse do som, o melhor spot de todo o Anhembi! Logo de cara vi que ia ser uma noite daquelas! O público estava lindo. A música que rolou antes do show estava linda (incluindo um clásico de Pink Floyd e outro de Elton John, nos melhores anos). A chuva estava linda! Claro, embaixo do teto do fronthouse, tudo fica mais lindo. hahahahhaha. As luzes se apagaram e a arena veio abaixo. Eram eles! Começaram com Fuckin' in the Bushes. Hello? Tem coisa mais Oasis? hahahhaha Seguiram umas 20 músicas, ao coro da galera que se esguelava pedindo this or that song. Numa dessas, o Noel (o skrotinho number 1) disse: "This is our show. We are not here to sing what YOU want. We are here to sing what WE want". Simpático, não é? Acho que ninguém entendeu, porque o povo aplaudiu e gritou como se ele tivesse dito "We are here to please you". hahahahhahaha Mas, é a relação de amor e ódio dos que gostam de Oasis. Em várias ocasiões, Liam jogou um pandero na platéia. Ainda bem que eu estava bem longe, porque deve ser uma boa pancada na cabeça. Um show lindo, um show de luzes e videos alucinantes. Fiquei com a sensação de que Dane-se Oasis e a sua prepotência! Vou botar todos os seus discos no meu iPod. hahahahahah. Os caras SÃO tudo aquilo!
![]() ![]() ![]() April 23 Virginia's Three Guineas"Such then is the conclusion to which our inquiry into the nature of fear has brought us—the fear which forbids freedom in the private house. That fear, small, insignificant and private as it is, is connected with the other fear, the public fear, which is neither small nor insignificant, the fear which has led you to ask us to help you to prevent war. Otherwise we should not be looking at the picture again. But it is not the same picture that caused us at the beginning of this letter to feel the same emotions—you called them ‘horror and disgust’; we called them horror and disgust. For as this letter has gone on, adding fact to fact, another picture has imposed itself upon the foreground. It is the figure of a man; some say, others deny, that he is Man himself,[48] the quintessence of virility, the perfect type of which all the others are imperfect adumbrations. He is a man certainly. His eyes are glazed; his eyes glare. His body, which is braced in an unnatural position, is tightly cased in a uniform. Upon the breast of that uniform are sewn several medals and other mystic symbols. His hand is upon a sword. He is called in German and Italian Führer or Duce; in our own language Tyrant or Dictator. And behind him lie ruined houses and dead bodies—men, women and children. But we have not laid that picture before you in order to excite once more the sterile emotion of hate. On the contrary it is in order to release other emotions such as the human figure, even thus crudely in a coloured photograph, arouses in us who are human beings. For it suggests a connection and for us a very important connection. It suggests that the public and the private worlds are inseparably connected; that the tyrannies and servilities of the one are the tyrannies and servilities of the other. But the human figure even in a photograph suggests other and more complex emotions. It suggests that we cannot dissociate ourselves from that figure but are ourselves that figure. It suggests that we are not passive spectators doomed to unresisting obedience but by our thoughts and actions can ourselves change that figure. A common interest unites us; it is one world, one life. How essential it is that we should realize that unity the dead bodies, the ruined houses prove. For such will be our ruin if you, in the immensity of your public abstractions forget the private figure, or if we in the intensity of our private emotions forget the public world. Both houses will be ruined, the public and the private, the material and the spiritual, for they are inseparably connected. But with your letter before us we have reason to hope. For by asking our help you recognize that connection; and by reading your words we are reminded of other connections that lie far deeper than the facts on the surface. Even here, even now your letter tempts us to shut our ears to these little facts, these trivial details, to listen not to the bark of the guns and the bray of the gramophones but to the voices of the poets, answering each other, assuring us of a unity that rubs out divisions as if they were chalk marks only; to discuss with you the capacity of the human spirit to overflow boundaries and make unity out of multiplicity. But that would be to dream—to dream the recurring dream that has haunted the human mind since the beginning of time; the dream of peace, the dream of freedom. But, with the sound of the guns in your ears you have not asked us to dream. You have not asked us what peace is; you have asked us how to prevent war. Let us then leave it to the poets to tell us what the dream is; and fix our eyes upon the photograph again: the fact. Whatever the verdict of others may be upon the man in uniform—and opinions differ—there is your letter to prove that to you the picture is the picture of evil. And though we look upon that picture from different angles our conclusion is the same as yours—it is evil. We are both determined to do what we can to destroy the evil which that picture represents, you by your methods, we by ours. And since we are different, our help must be different. What ours can be we have tried to show—how imperfectly, how superficially there is no need to say.[49] But as a result the answer to your question must be that we can best help you to prevent war not by repeating your words and following your methods but by finding new words and creating new methods. We can best help you to prevent war not by joining your society but by remaining outside your society but in cooperation with its aim. That aim is the same for us both. It is to assert ‘the rights of all—all men and women—to the respect in their persons of the great principles of Justice and Equality and Liberty.’ To elaborate further is unnecessary, for we have every confidence that you interpret those words as we do. And excuses are unnecessary, for we can trust you to make allowances for those deficiencies which we foretold and which this letter has abundantly displayed. To return then to the form that you have sent and ask us to fill up: for the reasons given we will leave it unsigned. But in order to prove as substantially as possible that our aims are the same as yours, here is the guinea, a free gift, given freely, without any other conditions than you choose to impose upon yourself. It is the third of three guineas; but the three guineas, you will observe, though given to three different treasurers are all given to the same cause, for the causes are the same and inseparable. Now, since you are pressed for time, let me make an end; apologizing three times over to the three of you, first for the length of this letter, second for the smallness of the contribution, and thirdly for writing at all. The blame for that however rests upon you, for this letter would never have been written had you not asked for an answer to your own."
April 21 On Respecting Women and MenTo begin with an elementary distinction: a society is a conflomeration of people joined together for certain aims; while you, who write in your own person with your own hand are single. You the individual are a man whom we have reason to respect; a man of the brotherhood, to which, as biography proves, many brothers have belonged. thus Anne Clough, describing her brother, says: 'Arthur is my best friend and adviser...Arthur is the comfort and joy of my life; it is for him, and from him, that I am incited to seek after all theat is lovely and of good report. To which William Wordsworth, speaking of his sister but answering the other as if one nightingale called to another in the forests of the past, replies:
"The Blessing of my later years
Was with me when a Boy:
She gave me eyes, she gave me ears;
And humble cares, and delicate fears;
A heart, the fountain of sweet tears;
And love, and thought, and joy."
(Three Guineas, Virginia Woolf)
Por qué tanto resentimiento entre hombres y mujeres? Por qué esta distancia que nos separa el uno del otro? Si comprendiéramos que juntos podemos llegar a lugares remotos, a sensaciones nunca pensadas, a caminos más lindos. Hombre y mujer, sin luchas ridículas sobre quién tiene más poder, sobre quién es más o menos. Virginia Woolf cuestionaba estos asuntos en el siglo 19. Todavía hoy, en pleno siglo 21 estamos preguntándonos esto mismo. Por qué no aceptar las diferencias y partir para la acción en duplas?
April 18 Viajar é preciso..."O viajante é um homem de travessias, em movimento rumo à descoberta de lugares e pessoas, e seus modos de viverem. Viajar é o encontro com a paisagem humana e natural, com a semelhança e a diferença. O que nos chama atenção ao viajar é aquilo que nos remete à origem, na semelhança, ou nos provoca o sonho, na diferença. Viajar é estar no mundo com os olhos de forasteiro que se reconhece como amigo ou estrangeiro. O invasor é aquele que não é capaz de viajar pela paisagem que encontra em seu caminho. Incapaz de realizar o projeto da viagem, o invasor destrói aquilo que não lhe pertence ou rouba aquilo que o seduz." Texto extraido da exposição Paisagem Flutuante, no Sesc Pompeia.
Viajar é o que todo mundo deveria fazer para aliviar o peso de vivir só na terra. Ar e água se fazem necessários para poder distinguir as diferenças e as belezas de cada força da natureza. Quem não viaja, não pode saber o cheiro de outras terras, o sabor de outras comidas, a sensibilidade de outros povos. Quem não viaja não sabe que além dos limites onde se desenrola sua vida, pode existir uma oportunidade de mudança, de esperança, de aventuras. Viajar é preciso...
![]() April 04 Le Escaphandre et le Papillon - Diving Bell and the ButterflyHace siglos la pasan por el cine, pero no la había ido a ver. En mi afán por mejorar mi francés, ando viendo y leyendo bastante en francés. Y ésta es bellísima. Como Mar Adentro, de Amenábar, Le Escaphandre et le Papillon lo lleva a uno de la mano del propio protagonista, viendo lo que él ve, sintiendo lo que él siente, pensando lo que él piensa. Mathieu Amalric está genial en su papel, pero bueno, cuándo él no está genial? Además de guapo con aquella cara de malo, es un actor talentosísimo. Historia real sobre el accidente vascular cerebral (derrame) que Jean-Dominique Bauby (Jean-Do), importante editor de la Elle francesa, sufre a los 42 años y que lo deja paralítico de los pies a la cabeza, pero con el cerebro más vivo, libre, pensativo que nunca. Es a partir de ahí que, antagónicamente, Jean-Do comienza a tener los mejores pensamientos, las mejores ideas, su vida pasa ante su ojo (sólo su ojo izquierdo podía ver) y su viaje por los recuerdos y su imaginación le dan sus mejores días. Él amaba leer y escribir. Amo las pelis con material e inspiración literaria! Viendo la película, me puse a pensar, si me pasara de quedarme internada en el hospital, será que a algún alma iría a leerme todos los días? Será que me leerían los libros que a mí me gustan o me llevarían material inapropiado para mi cerebro? Oh preocupación! hahaha Por cualquier eventualidad, quiero dejar claro que si por ventura quedo en ese estado, me gustaría que me leyeran algunas cosa que no he tenido tiempo de leer y que en ese estado el tiempo no sería un problema...me refiero a Crime y Castigo, y todos lo de Dostoyesvky; Los Buddenbrooks, de Thomas Mann y no me importaría que me leyeran La Montaña Mágica por la 3era vez! Algo de Murakami, de Jane Austen, Honoré de Balzac, Voltaire, Chekhov, Proust. Con eso creo que llegaría a la muerte, no? hahahaha
![]() March 29 Eu não sou gente fina?Às vezes fico me perguntando que diabos faço nesse planeta. Sinto que as pessoas estão ficando cada vez mais longe daquilo que eu chamo de vida prática, sem neuras e sem falsidades. As coisas que eu assumo como boas e produtivas, ao parecer não o são para o resto dos mortais. Explico: ontem e hoje aconteceram dois fatos diferentes mas idênticos no conteúdo. Ontem tinha uma aula (sim, sábado é um dia para ir ao cinema, certo?) das 15 às 17 horas. Os estudantes não compareceram. Não ligaram, não me avisaram. Fiquei aqui esperando. Poderia ter aproveitado para fazer uma exfoliação que haviam me oferecido no salão de beleza perto de casa. Fiquei sem saber se os meus alunos haviam morrido, havia acontecido um acidente no caminho ou se ficaram presos no trânsito (excusa muito comum entre os brasileiros). Hoje, a mesma coisa. Fiquei de me encontrar no Ibirapuera (parque, não shopping) para tomar um café da manhã com um casal de amigos. Cheguei lá mais cedo para procurar a lanchonete Planetário dentro do parque e dizer a eles o portão pelo qual tinham de entrar, já que o parque é imenso. Liguei para saber onde estavam e o celular estava desligado! Oh Deus, século 21 ou 18? Fiquei esperando e eles não compareceram, não ligaram, não mandaram um pombo. Nada. E eles não são brasileiros. São americanos. Será que esse respeito que eu tenho pelos outros é considerado passé compossé?
Outro exemplo. Gosto de fazer carinhos especiais para os amigos. Paulo e eu sempre preparando coisinhas para agradar em casa. A maioria aqui no Brasil, não considera isto como um agrado. Eles até acham...sei lá o que brasileiro acha. Gostaria de saber. Essa falta de compromisso e de agradecimento pelo carinho é o que mais me mata entre os seres deste planeta. Não vou dizer dos brasileiros, porque a experiência tem me ensinado que isto acontece entre todas as nacionalidades.
Esta semana me disseram que eu não sou gente fina. Não sou gente fina porque não permito que ninguém mande emails coletivos com o meu endereço no meio de um milhão de pessoas (amigos de confiança, segundo a pessoa que me disse que eu não era gente fina). Eu não sou gente fina porque não tolero o atrasso. Eu sempre chego cedo nos lugares e acho que isso demostra o meu respeito pelos outros. Eu não sou gente fina porque falo NÃO sem constrangimento, graças a Deus. Isso, para muitos, é uma ofensa. Eu não sou gente fina por tantas coisas.
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